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Escola local de criar

As escolas Brasileiras estão de fato construindo um aluno criativo ou estagnando o ser produtivo que existe dentro de cada um, com uma grande quantidade de matérias a serem ministradas pelos professores, os alunos, professores e a escola estão assim sobrecarregados de conteúdos, que muitas vezes não tem o objetivo especificado.   Depoimentos dos professores demonstram que as matérias como filosofia, sociologia, ensino de artes, ensino religioso, entre outras não estão demonstrando uma boa eficácia, pois alguns dos materiais didáticos não correspondem ao nível de desenvolvimento intelectual do aluno.   E o poder de criar do indivíduo esta sendo estancado, pois a falta de oportunidade para interpretar e criar algo novo nos transforma em serem quase que homogêneos. Devemos como professores desenvolver práticas evolutivas e consistentes para que os nossos alunos não entrem em estado de repouso e sim que manifestem um poder intelectual pensador, produtivo e criador. Po...

Somos Cyberhumanos

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Estamos em um tempo no qual a tecnologia coexiste com o nosso cotidiano, de forma que não conseguimos mais viver sem ela. O homem contemporâneo esta ligado intimamente com produtos tecnológicos e com a produção de novas significações, sejam codificados e compilados aos nossos organismos, ou até mesmo utilizados em auxilio dos sentidos como visão, audição, paladar, tato e olfato. A sobrevivência do ser vem sendo estimulada e prorrogada por meio das descobertas da medicina acoplada com tecnologias emergentes ou experimentais. Nesse sentido chagaremos ao ponto em que os nossos descendentes viveram cada vez mais e que o tempo de existência da vida será prolongado. Estaremos à frente do nosso tempo pensando desta forma, ou apenas será um devaneio deste escritor. Não conseguimos mais sair de casa sem nossos aparatos tecnológicos, celulares, ipad, iphone, notebook, netbook, ou até mesmo sem nossos óculos, próteses, etc. Estes objetos nos deslumbram e nos identificam como se...

A Nossa Comunicação de Massa

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No nosso país a comunicação realizada pelas redes de TV, confeccionam padrões, direcionam a nossa forma de agir, vestir, e até o tempo do indivíduo, como forma de moldar as nossas ações individuais e coletivas. Muitos dos brasileiros acordam com as notícias do dia e acaba o dia com as novelas brasileiras, que de uma forma ou de outra direcionam as nossas ações para manter um domínio do consumo exagerado, de um sistema comunicacional fervoroso, padronizado pelos dominantes. A nossa população se sente refém do que nos é exposto diariamente pelos canais de TV aberta, pois somos forçados a não questionar o que nos é imposto de cima para baixo, seja um gênero musical há a compilação dos nossos valores morais e éticos. Contudo não fica evidente, que temos opções nesse tipo de variável imposta, pois o acesso a informações de qualidade ainda nos é impedido pela maquina financeira. Fica a pergunta o cidadão brasileiro é um dominante ou um dominado? Reflita!     Por...

Bullying

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato. "É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa. Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam ...

Brasileiro lê pouco. E você sabe por quê?

Publicado originalmente em No Mundo & Nos Livros A tradição de ler não está enraizada no nosso país. Embora tenhamos uma lista de grandes escritores isso não está no nosso sangue, mas feliz daquele que trouxe o hábito de ler de casa. Além de ser a melhor maneira de incentivar a leitura você não corre o risco de perder esse hábito na escola, mas isso se vê cada vez menos no Brasil. Não é com todo mundo que acontece o que diz na bela frase de Henry Thoreau: No Brasil não existe um lugar para se formar leitores. Nem na escola nem na Universidade. No Brasil isso já é problema que não se conseguiu resolver e pelo jeito se está longe disso. Uma pesquisa realizada anos atrás mostrou que o desinteresse pela leitura está ligado a razões econômicas e culturais. Os membros da classe A reveleram que 50% tinham o hábito de ler, já na B este indice caiu 13% chegando aos 37%. Na classe C e D registrou-se um percentual de 27% e 21% respectivamente. Tem como melhorar tudo isso em casa, na es...
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Criatividade Defendo a postura que o professor deve ser o responsável pela preparação do seu aluno, indicando formas criativas para concepção do objeto pretendido. O que não quer dizer que o professor adote formas tradicionais e arcaicas de ensino aprendizagem, o ponto essencial é construir um aluno com um poder crítico e criativo, com a capacidade de interpretar e confeccionar o objeto. Nesta condição o professor continua levando a condição humana, política e interpretativa e de forma alguma ele pode ser neutro, pois implanta pensamentos e posicionamentos relevantes. Conduzindo sempre uma emancipação do seu discente. O Ser Criativo As influências sociais culturais e históricos, estão diretamente ligados a criação do ser criativo, o ambiente onde o individuo esta inserido, a escola pode ser um ambiente transformador de quem a frequenta. A escola deve agir como fonte de ligação entre professor, aluno e todos os sujeitos envolvidos. Por Glauber Oliveira
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Inaf: cai analfabetismo no País, mas desafio ainda é gigante Recentemente divulgados, os resultados do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) de 2011 revelam que 27% da população são analfabetos funcionais - o que representa um contingente de mais de 35 milhões. Apesar de grave, esse cenário já foi pior: 39% em 2001, ano em que o levantamento foi feito pela primeira vez. Realizado pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa, o Inaf avalia por meio de uma prova as habilidades de leitura, escrita e matemática da população de 15 a 64 anos. Os resultados são distribuídos em analfabeto e alfabetismo rudimentar, básico e pleno. São considerados analfabetos funcionais aqueles que ficam nesses dois primeiros níveis. Apesar da redução no número de analfabetos funcionais, Ana Lúcia Lima, diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, alerta para a estagnação no percentual de pessoas plenamente alfabetizadas. (veja a evolução na tabela abaixo) Ao analisar esse cenário, ela...