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Mostrando postagens de março, 2012

O incrível poder das histórias em quadrinho

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Mais do que um divertido passatempo, elas são um valioso instrumento para despertar o gosto pela leitura! O cineasta Federico Fellini lia. O filósofo Umberto Eco é ávido consumidor e o artista plástico Roy Lichtenstein fez uso de balões com falas em algumas de suas obras. Esses artistas declararam que a leitura das histórias em quadrinhos serviu de inspiração e influenciou seus trabalhos. Há outros exemplos de personalidades que poderiam ser citadas, mas não é o propósito deste texto listar celebridades e fãs da também chamada arte sequencial. Trata-se só de uma curiosidade, já que houve um tempo em que psicólogos e educadores chegaram a afirmar que os gibis estimulavam a preguiça mental. "Por muitas décadas, as histórias em quadrinhos foram vistas à margem do que se entende por leitura. Uma visão equivocada porque os quadrinhos são e sempre foram leitura igualmente válida", defende Paulo Ramos, professor da Unifesp e autor de vários livros sobre quadrinhos. De fato, hoj...

O computador pode substituir o professor?

“Se existe um professor que pode ser substituído por uma máquina, é porque ele realmente merece ser substituído”. A resposta foi uma provocação do indiano Sugata Mitra, professor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, na Inglaterra e professor visitante do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT. Em palestra ontem no EducaParty, programação voltada para a Educação na Campus Party, ele relatou as pesquisas que comprovaram a habilidade das crianças em aprender sozinhas quando têm acesso a um computador com internet, dispensando a intermediação de um adulto. eu mais emblemático experimento é o “Hole in the Wall” (Buraco na Parede, em tradução livre). Sugata Mitra colocou um computador com acesso à internet no muro de uma favela em Nova Delhi, na Índia e, com auxílio de câmeras, observou o processo durante dois meses. O resultado? Crianças que nunca viram um computador e não sabiam inglês aprenderam rapidamente a navegar na internet e ainda ensinavam outras cri...

Serie Pensadores da Educação Anísio Teixeira

Anísio Teixeira O inventor da escola pública no Brasil Educação gratuita para todos de tempo integral Foi aluno de John Dewey John Dewey considerava a Educação uma constante reconstrução da experiência. Permanente reconstrução da educação Para Anísio Teixeira, não se aprendem apenas ideias e fatos mas também atitudes, senso crítico. Fundou a escola Parque em 1950 em salvador, que mais tarde inspiraria os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) do Rio de Janeiro. O professor deve incentivar o aluno a pensar e julgar por si mesmo. Manter uma escola de 6 horas como acontece nas escolas americanas para muitos ou o modelo de 8 horas para poucos como acontece no Brasil, pois os recursos financeiros   destinados a educação são poucos.